
Por Guilherme Nasser
Ao som de Smiths, Feist e Carla Bruni, o longa de Marc Webb é sem dúvida uma comédia romântica fora do convencional e muito acima da média que qualquer uma que vemos nos telecines por aí.
As diversas refêrencias ao pop atribuem ao filme uma certa intelectualidade por trás de cada personagem.
Summer é uma jovem bem sucedida, adoradora de Ringo Starr, linda, belas roupas e auto-suficiente. Sem chances à relacionamento sérios.
Tom é um criador de mensagens de cartões festivos, arquiteto frustrado, amante de música indie, pull-over, gravata e puma. Pronto para estar aos pés de uma garota à qualquer momento.
Planos bem feitos, enquadramentos leves e estéticos causam prazer em assistir. Filme para não precisar pensar. Na verdade nenhum filme é preciso pensar, mas vocês entendem o que eu tô falando...
Gostoso e divertido de assistir, como deve ser o cinema, antes de tudo, um entretenimento.
Summer passa 500 dias na vida de Tom e a ordem não cronólogica mostra as diversas passagens naturais de um casal. A primeira vez que saem no karaokê, onde Tom canta Pixies de forma desajustada, a primeira vez que transam, e essa sim é a melhor cena do filme, quando Tom, feliz da vida sai pela rua e o filme incrivelmente vira um musical, com animações bem toscas e bonitinhas, como também os últimos momentos juntos do casal onde o diretor opta por um split screen com a "realidade" e a "expectativa" da cabeça de Tom, o que eu não gostei muito.
A comédia de "garotos encontram garotas" é velha. Woody Allen em seu filme "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977) usou esse tema de forma genial. Com diálogos muito bem escritos, referências à cultura da época, telas divididas e narrador. Pode se dizer que "500 dias com ela" tem boas referências e não é uma cópia mal feita.
O filme está na seleção oficial do festival de Sundance.
As diversas refêrencias ao pop atribuem ao filme uma certa intelectualidade por trás de cada personagem.
Summer é uma jovem bem sucedida, adoradora de Ringo Starr, linda, belas roupas e auto-suficiente. Sem chances à relacionamento sérios.
Tom é um criador de mensagens de cartões festivos, arquiteto frustrado, amante de música indie, pull-over, gravata e puma. Pronto para estar aos pés de uma garota à qualquer momento.
Planos bem feitos, enquadramentos leves e estéticos causam prazer em assistir. Filme para não precisar pensar. Na verdade nenhum filme é preciso pensar, mas vocês entendem o que eu tô falando...
Gostoso e divertido de assistir, como deve ser o cinema, antes de tudo, um entretenimento.
Summer passa 500 dias na vida de Tom e a ordem não cronólogica mostra as diversas passagens naturais de um casal. A primeira vez que saem no karaokê, onde Tom canta Pixies de forma desajustada, a primeira vez que transam, e essa sim é a melhor cena do filme, quando Tom, feliz da vida sai pela rua e o filme incrivelmente vira um musical, com animações bem toscas e bonitinhas, como também os últimos momentos juntos do casal onde o diretor opta por um split screen com a "realidade" e a "expectativa" da cabeça de Tom, o que eu não gostei muito.
A comédia de "garotos encontram garotas" é velha. Woody Allen em seu filme "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977) usou esse tema de forma genial. Com diálogos muito bem escritos, referências à cultura da época, telas divididas e narrador. Pode se dizer que "500 dias com ela" tem boas referências e não é uma cópia mal feita.
O filme está na seleção oficial do festival de Sundance.
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